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22/12/2020

UFG pode auxiliar no armazenamento de vacinas da Covid-19



Vacinas de RNA mensageiro exigem temperaturas de -70ºC. A UFG pode armazenar mais de 600 mil vacinas


O reitor da Universidade Federal de Goiás, Edward Madureira anunciou que a universidade poderá auxiliar o governo do Estado de Goiás no armazenamento de vacinas da Covid-19 fabricada pela PFizer com base no RNA mensageiro que exigem uma refrigeração de -70ºC. Esta é a vacina que já está sendo aplicada em países como Reino Unido e EUA.

Hoje a UFG possui mais de 20 refrigeradores em diversas unidades acadêmicas que armazenam amostras de pesquisa, como Instituto de Saúde Pública e Patologia Tropical (IPTSP), Instituto de Ciências Biológicas (ICB), Escola de Agronomia, Escola de Veterinária e Zootecnia (EVZ), Instituto de Química (IQ), entre outros . O reitor informou que até o momento a UFG poderia armazenar 600 mil doses da vacina, mas os pesquisadores estão fazendo um esforço de remanejamento das amostras avaliando a possibilidade de ceder mais espaços para auxiliar na vacinação dos goianos. 

O ultrafreezer utiliza um gás diferente que permite chegar a temperaturas de até - 80ºC. O reitor da UFG informou que está em contato com o governador e com a Secretaria Estadual de Saúde. Veja abaixo o vídeo com um dos ultrafreezers da UFG que está no IPTSP (Rede Goiana de Pesquisa em Tuberculose).







URL disponível em: https://www.ufg.br/n/137233-ufg-pode-auxiliar-no-armazenamento-de-vacinas-da-covid-19


Fonte: Secom UFG

30/11/2020

História do Câmpus Samambaia: o início de um sonho que deu certo

 Instalada em uma antiga fazenda de 250 hectares, a Escola de Agronomia e Veterinária preparou o terreno para abrigar a cidade universitária



Luciana Santal

Em 14 de outubro de 1966, Humberto Castello Branco assinava a Lei nº 5.139, que criou a Escola de Agronomia e Veterinária (EAV) na Universidade Federal de Goiás 

(UFG). Mas esse ato assinado em Brasília pelo presidente não é o início dessa história. Data de 1945 a primeira tentativa de se ter uma escola voltada para atividades agropastoris, tão propícias num estado como Goiás e seus recursos hídricos, climáticos e tipográficos (cerrado). Joaquim Machado de Araújo, interventor federal em Goiás nesse período, elaborou estatuto, plano e programa para uma Escola Superior de Agricultura em Goiás, mas nenhum dos três saiu do papel. 



No mesmo ano, o Ministério da Agricultura recebeu do governo estadual a doação de uma área de 250 hectares: a Fazenda Samambaia. No local, havia sido construída a Escola Agrotécnica de Goiânia, com o objetivo de formar técnicos agrícolas de 2º grau. Por falta de recursos, a instituição deixou de funcionar. Mais de 15 anos depois, já em 1962, o reitor da UFG, Colemar Natal e Silva, ciente dessa situação, solicitou ao Ministério da Agricultura que transferisse a escola para a universidade. Em 24 de outubro, mesma data do aniversário de Goiânia, um decreto presidencial oficializou a transferência. 

Também em 1962, com o intuito de se pensar em duas escolas, uma de Agronomia e outra de Veterinária, foi criado um grupo de trabalho composto por agrônomos e veterinários. A ideia era utilizar as instalações da antiga Escola Agrotécnica de Goiânia para sediar os projetos. Os cursos foram autorizados a funcionar em 30 de janeiro de 1963, mas as escolas não. Os primeiros vestibulares não foram atrativos, pois as instalações eram precárias, faltava laboratórios e não havia professores e funcionários em número suficiente. Somava-se a isso a distância do centro da cidade: para chegar até lá, quando tinham sorte, os alunos subiam na carroceria de um caminhão; mas quando chovia, o atoleiro os obrigava a continuar o percurso a pé. 

Quem descreveu essa rotina para a Revista Afirmativa da UFG Nº 3 foi o aluno da 2ª turma da EAV e também ex-coordenador do curso de Agronomia, Ney Lima. Um colega seu, José Xavier de Almeida, Professor Emérito da UFG, conta que se deflagrou uma greve em 1964 para que houvesse um ônibus para transportar os alunos até a instituição. Nas palavras de José Xavier, o êxito da greve trouxe não só alegria, mas também condições de continuidade das atividades dos cursos. Foi só em 1966, como dito acima, que uma lei federal confirmou a criação não de duas escolas, como queria o grupo de trabalho, mas da Escola de Agronomia e Veterinária, formada pela incorporação dos dois cursos já existentes na UFG. 

Mas a unificação veio carregada de uma vontade de seguir com o projeto original, como afirmou o professor aposentado da Veterinária, Peter Fisher. Em 1981, membros da EAV, das instâncias superiores da UFG e o Conselho Federal de Educação aprovaram, por unanimidade, a criação das duas escolas. Contribuíram para essa decisão a melhoria na captação de recursos para as unidades e a necessidade de enquadrar os dois cursos em suas respectivas áreas de conhecimento: Agronomia – Ciências Exatas e Veterinária – Ciências Biológicas. Em 29 de dezembro, o Ministério da Educação legitimou a cisão.

Câmpus Samambaia – Enquanto a EAV seguia sozinha na antiga Fazenda Samambaia desde 1964, a UFG crescia na região do Setor Universitário, mas de forma dispersa, por vezes, improvisada, e em prédios inadequados. Uma comissão de arquitetos e engenheiros de Goiás avaliou, com base em projeções do crescimento da demanda de cursos superiores, que a UFG precisaria de mais espaço para crescer. Apesar de existir, no Plano Diretor da capital daquela época, a previsão de um setor universitário para as Universidades Católica e Federal, a região não oferecia condições para abrigar o câmpus. O principal encarregado do estudo e professor aposentado da Escola de Engenharia da UFG, Irineu Borges do Nascimento, explicou que as unidades da UFG que já funcionavam no local não se comunicavam entre si e, ao defender a criação do novo câmpus na Fazenda Samambaia, alegou que a obra iria garantir maior integração entre as escolas.
Projeto arquitetônico para o Câmpus Samambaia idealizado na década de 1970

Em visitas aos câmpus universitários de algumas cidades brasileiras, Irineu buscou inspiração para o seu projeto, que ficou muito próximo do que ele pode ver na Universidade de Brasília (UnB). As construções começaram em maio de 1971 e, no ano seguinte, já eram inauguradas as obras de estrutura dos sete primeiros blocos. Em 1973, as primeiras unidades foram instaladas no novo câmpus: o Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), pioneiro; Instituto de Matemática e Física (IMF); Instituto de Química e Geociências (IQG) e Instituto de Ciências Biológicas (ICB). Já a Reitoria, a Biblioteca e uma extensão do Restaurante Universitário foram para lá um pouco mais tarde, em 1977.

Confira matéria do Jornal UFG de 2009 produzida pela repórter Patrícia da Veiga sobre o Câmpus Samambaia.

Leia mais sobre a história do Câmpus Samambaia na Revista UFG Afirmativa nº 3

URL disponível em: https://jornal.ufg.br/n/136337-historia-do-campus-samambaia-o-inicio-de-um-sonho-que-deu-certo

Fonte: Secom UFG

30/10/2020

5 sites e aplicativos confiáveis para ganhar dinheiro respondendo pesquisas

 


Os sites e aplicativos permitem aproveitar o tempo livre e ainda conseguir uma renda extra, a partir de cadastros gratuitos, sem sair de casa para alcançar um objetivo específico. 

No presente artigo você vai conhecer 5 sites e aplicativos para ganhar dinheiro respondendo pesquisas, quais sejam: 


1) PiniOn

2) Toluna

3) Streetbees

4) Google Opinion Rewards

5) Surveytime



A seguir apresentaremos de forma resumida as principais características de cada um. 


1) PiniON

PiniOn





Com o aplicativo PiniOn é possível realizar Pesquisa, respondendo perguntas sobre marcas, produtos e serviços, diretamente pelo seu celular ou computador, onde quer que você esteja.

O PiniOn permite também realizar Monitoramento, identificando produtos em pontos de venda como farmácias e supermercados, compartilhando informações sobre preços, comunicação e concorrência.

O aplicativo ainda possibilita executar tarefa como Cliente Oculto, realizando uma experiência de compra em uma loja ou restaurante, compartilhando sua impressão sobre diversos fatores como atendimento, serviço e ambiente.

É possível sacar seu saldo no PiniOn tanto via transferência bancária (a partir de R$ 30,00), como por transferência Paypal (valor mínimo de R$ 20,00).

O uso contínuo do GPS pode reduzir a duração da bateria.

O PiniOn pode ser baixado no Google Play ou na App Store


2) Toluna

Toluna


A Comunidade Global do Painel Toluna possui mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo. 

Em Toluna Influencers você pode responder pesquisas, participar da comunidade e concorrer às loterias diárias. Ganhe pontos que podem ser trocados por recompensas da sua escolha. Quanto mais você participa, mais você ganha. 

As pesquisas podem ajudar empresas a fornecer e melhorar seus serviços e produtos. Toluna é uma plataforma de pesquisas de mercado e opiniões, além de uma rede social, uma ferramenta de diversão e interação. 

Toluna Influencers permite escolher a forma de receber seus pagamentos, seja em dólar pelo PayPal, em vales-presente, além de contar com prêmios sorteados diariamente. 



3) Streetbees

Streetbees


O Streetbees possibilita que o usuário compartilhe momentos da sua vida cotidiana e receba até R$ 5 para cada vez que você fizer isso. Desde passatempos, lanches, até as tecnologias que usa. 

Como funciona: 

Baixe o app no Google Play, crie uma conta para tornar-se “uma abelha”. 

As pesquisas são chamadas de histórias e para completar uma história leva em torno de 1 a 5 minutos, que envolvem desde enquetes rápidas de opinião a respostas divertidas em fotos e vídeos. 

Dependendo da história, você pode receber até R$ 5 ou participar do sorteio de um prêmio. O pagamento é enviado diretamente à sua conta do Paypal. 

Todas as atividades do usuário no app são privadas e tudo o que ele conta permanece totalmente confidencial. 


4) Google Opinion Rewards

Google Opinion Rewards


Trata-se de um aplicativo de pesquisas rápidas do Google. Instalando o Google Opinion Rewards no seu smartphone, receberá pesquisas e poderá ganhar crédito no Google Play. 

Sempre que tiver uma pesquisa disponível, o aplicativo enviará uma notificação. Participando das pesquisas, você ganha créditos para ser usado no Google Play. 

As pesquisas são enviadas aproximadamente uma vez por semana, embora a frequência possa variar. 


Baixe o app no Play Stores


5) Surveytime


Surveytime


Depois de se cadastrar no Surveytime, responda a algumas perguntas para ajudar a plataforma a criar o seu perfil, e após serão oferecidas pesquisas que correspondam aos seus interesses. Em seguida, você poderá começar a responder e ganhar US $ 1 para cada uma que concluir com sucesso. 

Há diferentes vales-presentes disponíveis para cada país. Por exemplo, nos EUA como opções são Amazon, Paypal, Target e Decathlon. Depois de escolher a sua recompensa, você segue as instruções que a Surveytime lhe enviará um e-mail de confirmação. Essas instruções variam conforme a recompensa escolhida. 

Novas pesquisas são enviadas por mensagem de texto, e-mail e notificações pelo navegador (você pode ativar essas opções enquanto responde às nossas perguntas iniciais), ou você pode conferir o site da Surveytime para ver as novas pesquisas que são oferecidas.


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07/10/2020

UFG desenvolve plataforma para correção de redações na rede estadual




Ferramenta tem capacidade de corrigir textos em minutos e auxiliar estudantes na preparação para o Enem


Helenice Ferreira, da Assessoria de Comunicação da Fapeg




Implantado numa parceria do Governo de Goiás com a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia) entrega, até o final deste ano, uma plataforma de correção automática e de ensino de redação desenvolvida a partir da inteligência artificial. A ferramenta vai auxiliar os alunos da rede pública de ensino na preparação para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

Ligado à UFG, por meio do Instituto de Informática, o Ceia foi criado em 2019, com apoio do governo estadual, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e Secretaria de Desenvolvimento e Inovação (Sedi). O objetivo é impulsionar descobertas científicas e encontrar soluções tecnológicas para que Goiás acompanhe a transformação que vem ocorrendo no mundo.

O diretor do Ceia e orientador do projeto da plataforma, professor doutor Anderson da Silva Sores, destaca que “a parceria para a concepção do Centro de Excelência em IA foi essencial para viabilizar soluções tecnológicas que auxiliem a resolver problemas comuns aos cidadãos. Foi possível evoluir pesquisas que careciam de apoio e suporte de modo a implantá-las em ambientes que as pessoas possam usufruir. A correção automática de redação é um claro exemplo nesse sentido”.

“É importante ressaltar que a ferramenta de IA para correções de redações não vem para substituir o professor, ela vem para auxiliá-lo e permitir que ele tenha mais tempo para se dedicar aos alunos e nos seus pontos fracos na produção de textos”, comenta o presidente da Fapeg, Robson Vieira.

A plataforma está em fase de testes de aceitação e adequação para os alunos, professores e gestores da rede pública, para que o projeto seja expandido, posteriormente, para toda a rede. “Temos capacidade de corrigir os textos de todos os alunos da rede pública e entregar as correções automatizadas no prazo de minutos”, diz Júlio Sousa, do curso de Sistemas de Informação, da UFG, um dos coordenadores do trabalho. O projeto piloto já está em produção e é capaz de fazer avaliação de textos em escala utilizando o sistema. Inicialmente, contempla duas escolas de Goiânia: o Colégio Estadual Jardim Europa e o Colégio Estadual Murilo Braga.






Treinamento da máquina
Para fazer o treinamento do sistema, Júlio Sousa conta que foi necessário que uma determinada quantidade de redações fossem avaliadas por professores. “Esses dados foram inseridos no sistema e nesse momento foi feito o aprendizado. A partir desse ponto, a solução é capaz de avaliar quantos textos forem necessários de maneira quase instantânea e isso é feito com base nas redações que foram corrigidas inicialmente”, explica.

Diferente de outras disciplinas, redação não possui gabarito. “A ideia de utilizar inteligência artificial é exatamente fazer com que o sistema aprenda, de maneira eficiente e imparcial, com base em redações corrigidas por professores humanos a avaliar textos de forma rápida e em escala e, com isso, entregar o mais próximo de um “gabarito” para as redações”, destaca.

Além de corrigir os textos, a plataforma disponibiliza o ensino da matéria para os alunos que se preparam para o Enem. A plataforma também contribuirá na formação de professores e coordenadores pedagógicos que estarão aptos a receber treinamentos específicos para a correção das redações no modelo Enem.

Como é um sistema adaptativo, sempre precisará ser melhorado e adaptado a novos temas e a novas realidades, “então o processo de desenvolvimento é constante”, explica Júlio Sousa. Em termos de implantação, ele destaca que até o final de 2020 o Ceia terá condições de implementar o sistema em toda a rede pública de Goiás.

A correção das redações pela plataforma analisa critérios como: a compreensão do tema, o domínio da escrita formal, a defesa do ponto de vista, o uso de mecanismos linguísticos para a argumentação da proposta e o respeito aos direitos humanos, de acordo com as competências exigidas pelo Enem. Após o aluno redigir o texto na plataforma, o sistema faz a correção e atribui a nota, automaticamente. Em seguida, o professor analisa a correção junto com o aluno para que ele possa reescrever o texto e encaminhá-lo para uma nova correção.

José Adenaldo Bittencourt, engenheiro de computação e orientado do professor Anderson Soares é o criador da pesquisa de mestrado que deu origem ao projeto. Ele destaca que na redação, diferente de outras disciplinas, o fator subjetivo sempre estará presente. “Prova disso é o processo de correção feito pelo próprio Enem, em que todas as redações são corrigidas por dois professores. Se a diferença na nota final atribuída por eles for maior do que 100 pontos ou se a diferença em qualquer uma das competências for maior do que 80 pontos, a redação é enviada para um terceiro corretor. E se a nota do terceiro corretor ainda for discrepante dos dois primeiros, a redação é enviada para uma banca de três corretores para avaliação”, lembra José Adenaldo.

“A grande vantagem da ferramenta é o suporte pedagógico dá ao professor para identificar quais os pontos fortes e fracos da produção de texto dos alunos para a redação do Enem. Já para os alunos, a grande vantagem é a velocidade com que terão seus textos corrigidos e a possibilidade de corrigir seus pontos mais fracos e fazer o reenvio das redações para correção”, explica José Adenaldo. Segundo ele, o sistema foi desenvolvido inicialmente para fazer avaliação de textos utilizando o modelo de correção do Enem, porém revela que ele pode ser adaptado para outros formatos de avaliação de texto.

A plataforma foi desenvolvida no Ceia/Instituto de Informática da Universidade Federal de Goiás. Inicialmente, José Adenaldo Bittencourt desenvolveu a ferramenta para correção manual de redação e, posteriormente, com pesquisas no campo de inteligência artificial, sob a orientação do professor doutor Anderson Soares. O projeto teve o apoio dos estudantes Denis Masunaga (Sistemas de Informação), Jurandir Silva (Ciência da Computação) e Júlio Sousa (Sistemas de Informação), todos ligados ao Instituto de Informática da UFG.






Ceia e Governo
O secretário de Desenvolvimento e Inovação, Marcio Cesar Pereira, ressalta que a Sedi, por meio da Subsecretaria de Tecnologia da Informação, é responsável pelas inovações tecnológicas no Governo de Goiás e tem trabalhado em vários projetos em parceria com a Fapeg e o Ceia, a fim de viabilizar algumas ferramentas que vão de fato melhorar a vida da população, por meio de avanços nos processos internos da Administração Pública. “É a tecnologia a serviço das pessoas. A Plataforma de Correção Automática de Redação é um destes projetos, no qual temos a Secretaria da Educação como parceira, sendo beneficiada com a aplicação da Inteligência Artificial para auxiliar os alunos da rede pública, na preparação para as provas do Enem, mas que também poderá ser utilizado nas correção das redações de sala de aula convencional, pois seguem os mesmos padrões”, ressalta o secretário.

Com o objetivo de estimular a competitividade e a efetividade organizacional das instituições públicas e empresas privadas, o Ceia está desenvolvendo soluções tecnológicas e inovadoras baseadas em IA sustentado no engajamento empresa/governo/universidade por meio do Laboratório Deep Learning do INF/UFG. Em nível de governo, a atuação do Ceia é direcionada para as áreas estratégicas, especialmente saúde, educação, agricultura, segurança, mobilidade urbana, bem como, atendimento ao cidadão e à sociedade e eficiência administrativa.



Fonte: Secom UFG


Disponível em: https://jornal.ufg.br/n/134375-ufg-desenvolve-plataforma-para-correcao-de-redacoes-na-rede-estadual



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